Últimos Olhares

No Meu Olhar nasce da curiosidade e do prazer de observar o mundo com tempo.

Viajar, provar, ouvir, ler, ver … e pensar sobre tudo isso sem pressa. Durante anos, esse percurso foi partilhado em No Meu Palato, um espaço dedicado sobretudo à gastronomia, aos vinhos e às viagens, sempre a partir da experiência vivida. No final de 2024, um problema de saúde obrigou-me a parar, a ganhar distância e a repensar prioridades, pessoais e criativas. Esse momento de suspensão acabou por me levar também a repensar o próprio projeto.

Em 2025, com o anúncio do encerramento da plataforma SAPO Blogs, surgiu a oportunidade, e a necessidade, de recomeçar. Assim nasce No Meu Olhar: um espaço mais amplo, onde o palato continua presente, mas deixa de ser o único ponto de partida.

Aqui cruzam-se lugares e sabores, hotéis e restaurantes, livros e música, cinema e teatro, cidades e memórias. Não como um guia, mas como um olhar: pessoal, atento, por vezes crítico, outras simplesmente contemplativo.

Este é um espaço de escrita ao ritmo da descoberta, onde cada texto parte da experiência e da vontade de a transformar em narrativa.

Porque viajar não é apenas mover-se, e comer não é apenas alimentar-se. É cultura, é contexto, é identidade. E, acima de tudo, é forma de olhar.

Escrever como forma de ficar

Este é um espaço de escrita, memória e atenção.
Um lugar onde a gastronomia continua a ter casa, mas onde o olhar se alarga à viagem, à cultura, à política, à família e à vida.

No Meu Palato

Aqui continua a mesa posta.
A crítica gastronómica, os restaurantes, os vinhos e os lugares onde a comida conta histórias e constrói memória.

Viagens

Viajar é aprender a olhar.
Cidades, países, hotéis e caminhos que ficam. Não como guia, mas como experiência vivida.

Artes

A cultura como espaço de escuta.
Livros que marcam, músicas que acompanham, teatro que se vive e filmes que nos obrigam a parar e pensar.

Hotéis & Lugares

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Política

Olhar o mundo sem neutralidade fingida.
Textos de opinião, reflexão cívica e inquietação sobre o presente.

Família

Porque tudo começa aí.
O quotidiano, a fragilidade, o cuidado e aquilo que verdadeiramente importa quando o resto cai.

Entre Ver e Olhar

Textos, lugares, imagens e experiências que me ajudam a pensar o mundo … e a partilhá-lo com tempo, atenção e memória.

Histórias & Memórias

  • Lugares que se atravessam devagar.
  • Cidades, paisagens e mesas que contam histórias.
  • Hotéis como espaços de pausa e observação.
  • Restaurantes como memória, gesto e partilha.
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Cultura

  • Livros que ficam.
  • Músicas que acompanham.
  • Filmes que nos obrigam a parar.
  • O teatro como gesto que acontece uma vez … e fica

“Ver é esquecer o nome da coisa que se vê

Claude Monet